| A volta do rum |
| Seg, 08 de Novembro de 2010 14:42 |
O resgate dos coquetéis lançou luz sobre os mais diversos destilados. A primeira a renascer foi a vodca, que compôs com neutralidade um sem número de drinques inventivos e teve diversas versões aromatizadas trazidas ao mercado brasileiro. Ato contínuo, o controverso gim, o preferido dos bebedores experientes, teve sua vez numa febre de dry martinis. As apostas mundo afora agora miram no rum, apontado em uma pesquisa da International Wine and Spirits Records (IWSR) como a categoria de destilados que mais deve crescer até 2013.E dizem por aí que a tendência internacional tem tudo para “pegar” no Brasil. Parece, mas não é cachaça O rum é um destilado feito a partir da fermentação do melaço de cana de açúcar – o que já o difere da nossa cachaça, feita a partir da garapa da cana diluída em água, também fermentada. Depois da destilação, feita em coluna (produção industrial) ou alambique, a bebida pode ser envelhecida em tonéis de madeira (em geral já utilizados para envelhecer bourbon) que vão conferir coloração à bebida e aromas como baunilha, especiarias e coco. Em classificações internacionais, rum e cachaça figuram na mesma categoria, mas produtores e o governo federal já defendem que a bebida brasileira tenha seu próprio espaço. É preciso reconhecer, no entanto, que a identidade do rum está estabelecida há muito mais tempo. A origem da bebida remete ao século XVI, produto secundário das plantações de cana de açúcar na América e inicialmente, amarga e cheia de impurezas, era destinada aos escravos. Naquela época o rum chegava a ter até 75% de grau alcoólico e o seu potencial de bebedeira chegou a ser utilizado como instrumento de coragem no século XIX para piratas em abordagem ou em sessões de curandeirismos. A lei-seca americana deu grande impulso às destilarias de rum. A pioneira Cuba continua a ser a produtora mais tradicional, tendo na estatal Havana sua principal representante. Mas os rótulos mais desejados vêm de outros países da região caribenha. Dependendo da origem é possível prever as características do rum: o de Barbados costuma ser leve com gosto forte e potencial de envelhecimento; o jamaicano, em geral é escuro e tem aroma e sabor marcantes; e Porto Rico, hoje sede da Bacardi, tem um rum leve e duplamente filtrado. No Aos Democratas você aprecia o delicioso Rum Bacardi com as variações Big Apple, Carta Blanca, Carta Oro e Limon. Fonte: ig.com |

|
AOS DEMOCRATAS DR. PEDROSA
AOS DEMOCRATAS PUB D. PEDRO II
|